Última atualização 6 abril, 2024 por Alberto Llopis
Agora que está na moda falar sobre erros arbitrais. De fallos inexplicables que deciden partidos y otorgan y quitan puntos a unos y otros conviene rememorar lo que es uno de los escándalos arbitrales más grandes de la historia del fútbol. Aconteceu na temporada 1972-73 en Brasil durante la final del campeonato paulista de aquel año. Los protagonistas dos equipos históricos: el Santos y la Portuguesa, el antagonista, Armando Marques, el colegiado de aquel celebre y recordado encuentro. Un arbitro amado por muchos que, de fato, lo consideraban el mejor del momento y odiado por otros, que maldecían sus clamorosos errores en partidos a vida o muerte.
No era un encuentro menor esta final del Paulista. El Santos era el gran equipo del país en aquella época en parte porque contaba con el gran Pelé, já nos últimos momentos de sua carreira mais que brilhante. La Portuguesa foi a equipa revelação. Ele havia chegado à final e buscava um título que não lhe pertencia desde 1936. A chegada de Otto Glória ao banco dinamitou um elenco que acreditava que um milagre era possível.
Assim, neste contexto, foi disputada a final que terminou empatada 0 apesar das tentativas de Pelé e seus companheiros de abrir o placar. Naquele momento, seguiu-se a prorrogação e, inevitavelmente, a disputa de pênaltis.. E se você espera encontrar o escândalo no tempo regulamentar ou, na sua falta, na prorrogação, eles estão errados. Se o futebol mostrou alguma coisa ao longo da sua história centenária, é que tudo é possível e naquela noite tudo era mais possível do que nunca..
O Santos começou a rodada falhando da mesma forma que a Portuguesa. Na segunda rodada de lançamentos, Santos marcou e Portuguesa falhou, algo que se repetiu no terceiro quando Pelé colocou o 2-0 Para Santos e La Portuguesa, o terceiro pênalti máximo foi perdido novamente. Vigarista 2-0, O Santos tentou o quarto chute que também falhou. A portuguesa tinha dois remates restantes e a sua aspiração máxima mas legítima era empatar 2 a série.
Pois bem, não havia como. Armando Marques optou pelo fast track e encerrou o jogo e o torneio para descrença das bancadas.. Os jogadores do Santos comemoraram em grande estilo jogando Pelé pelo estádio “agindo sem noção”, enquanto os jogadores da Portuguesa foram ao vestiário analisar o ocorrido. Precisamente, No vestiário o árbitro percebeu o erro e ao revisar a ata convocou os santistas para encerrar a rodada., coisa que eles concordaram. Também aos da Portuguesa, qual, porém, Eles não estavam mais nisso.. Eles partiram assim que tudo acabou, também “agindo sem noção” com vontade de repetir a partida ou toda a disputa de pênaltis, como a FIFA declarou em seus regulamentos.
Finalmente não foi necessário. Ambos os clubes concordaram em dividir o título e é por isso, que no histórico do Paulista eles aparecem como campeões do 1973 as duas equipes. Se cumprem 40 anos neste 2013 de aquel hecho. Colgados por el Fútbol lo recuerda con nostalgia, con la misma con la que se reunieron hace poco los protagonistas de aquello, salvo el señor Armando Marques.
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