Última atualização 5 abril, 2024 por Alberto Llopis
O facto de vivermos num mundo globalizado é algo que não escapa a ninguém., especialmente se transferirmos para o mundo do futebol. Contudo, apresentar um 11 inicial com um jogador 11 diferentes países, É algo que não se tinha visto até agora ou pelo menos na Liga até o Granada entrar em campo 11 tios nascidos em diferentes partes do mundo para jogar e vencer a partida contra o Betis.
Para começar a briga contra o time verde e branco, Lucas Alcaraz, treinador do Granada, coloque Ochoa no verde (México); Foulquier (França), Hongla (Camarões), filho de Ingá (Islândia), Héctor Hernández (España); Gaston Silva (Uruguai), Uche (Nigéria), Wakaso (Gana), Andreas Pereira (Brasil), Carcela-González (Marrocos) e Adriano Ramos (Colômbia). No segundo tempo, o número doze da nacionalidade entrou em campo, quando no minuto 78, O grego Panagiotis Kone, nascido na Albânia, entrou em campo. Quase nada.
E é isso com 17 diferentes nacionalidades, Granada é um caldeirão de pessoas que vêm de diferentes partes do planeta para jogar e defender a camisa do time Los Carmenes. Algo que talvez afete o funcionamento de um elenco que não conseguiu se posicionar na Liga e passou praticamente todo o torneio em posições de rebaixamento..
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