Última atualização 16 novembro, 2012 por Julio Muñoz
Cabeceamento de Giroud no minuto 92 deixou a Espanha sem três pontos na partida contra a França (1-1), o terceiro na fase de qualificação para a Copa do Mundo no Brasil, onde o 'Vermelho’ Relaxou no segundo tempo e se distanciou de sua versão mais habitual para acabar deixando os ‘bleus’ vivos, que pôs fim à sequência vitoriosa da equipe de Del Bosque.
Cesc desperdiçou um pênalti à beira do intervalo que teria matado os franceses, e a segunda parte era coisa dos vizinhos, que continuamente procurava as costas de uma defesa espanhola improvisada. A Lei do Ocidente acabou aparecendo na Ribera del Manzanares. quem perdoa, o pagamento.
Y eso que España no tuvo problemas para hacerse dueña del partido a los pocos minutos. Com a posse como roteiro, el equipo de Del Bosque pronto generó las primeras ocasiones, protagonizadas por Pedro e Iniesta, la novedad en el once respecto a la goleada en Bielorrusia. O Manchego, que a procurou em 10 minutos, deu o primeiro aviso à França.
Pouco depois, la campeona del mundo y de Europa sufría su primer revés tras la lesión de Silva. El talentoso centrocampista del City rápido se tocó la pierna y solicitó el cambio. Cazorla entrou, pedaço por pedaço, e idéntico dominio. Tudo estava indo conforme o planejado para a Espanha, que ha cogido la bendita costumbre de minimizar a su rival, quem quer que seja.
Nem mesmo a Marselhesa assustou, assobiado por boa parte do público que se reuniu no Calderón. Os azuis’ Eles ofereceram sua versão mais pobre no início, únicamente animada por la velocidad de Ribéry y la potencia de Benzema en los metros finales, que testou Casillas na única chance clara da França no primeiro ato.
Alunos de Deschamps, para completar, eles sofreram o primeiro da noite em um lance de bola parada. Escanteio da esquerda acabou na cabeça de Sergio Ramos. El de Camas remató al palo, pero su rechace fue a las botas de Pedro, que se la volvió a ceder para que marcara con un trallazo.
Ele 1-0 hacía justicia al habitual entramado de pases milimétricos, el mejor recurso de la ‘Roja’ juegue contra quien juegue. Sin los complejos de épocas pasadas, España forzó un penalti a tres minutos del descanso. Koscielny derribó a Pedro y el árbitro no lo dudo. Xabi Alonso pegou a bola, mas Cesc se aproximou para pedir a bola.
El de Toulouse, que no busca portadas ni focos, Ele deu para '10’ y Lloris acabó atajándolo. Ele 1-0 con el que se llegó al descanso terminó siendo un arma de doble filo, la misma que daba oportunidades a los galos en el segundo asalto.
O FÍSICO ACORDA FRANÇA
La entrada al campo de Sissoko, que serviu de elo para o negligenciado Benzema, mejoró la cara de Francia, más vertical en acto final. Menez probó a Casillas en dos ocasiones y Ribéry buscó las cosquillas a Juanfran, que substituiu o lesionado Arbeloa. Um novo problema para o Real Madrid, que fica sem tropas para o lado.
Sissoko também desperdiçou um passe de Benzema naqueles que foram os dez melhores minutos da França em todo o jogo.. España, mais conformista, ele também os tinha, mas nenhum com a clareza que foi fornecida na primeira parte. Xavi não conseguiu completar um contra-ataque e Torres - que voltou para seu querido Calderón- Ele não encontrou nenhuma abertura para constranger a defesa francesa.
O time de Deschamps vivia seus melhores momentos e acabou acertando a chave. Foi surpreendente que a última mudança não tenha sido Javi Martínez e isso fez a França respirar, muito mais envolvido no desafio. Porém, O gol do empate só veio no último suspiro.
Ribéry, O mais perigoso, dejó sin aliento al Calderón. Um erro de Juanfran acabou nas chuteiras do jogador do Bayern, que entregou a Giroud para uma cabeçada plácida. A gravata, que recompensó el esfuerzo galo, Marcou o fim da história confortável e recente entre as duas equipes. A Espanha percebeu que contra os grandes não se pode relaxar, Por mais que estes sejam gigantes adormecidos.
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