Última atualização 6 abril, 2024 por Alberto Llopis
A Inglaterra não aparece em nenhuma Quiniela favorita para a próxima Copa do Mundo no Brasil. Normal se considerarmos que o campeão de 1966 nunca foi além dos trimestres 1990 e a partir disso 1966 e que acumula fracasso após fracasso nos últimos campeonatos. Porém, além disso, É aconselhável ter muito respeito pelos britânicos.
Uma equipe que reúne Lampard, Geraldo, Rooney, Wellbeck, Sturridge, Cole ou Hart podem explodir a qualquer momento e talvez, Brasil, a última chance para muitos deles, poderia ser o lugar onde isso acontece. É certo, que o grupo da morte, sendo o Uruguai e a Itália rivais mais poderosos, isso não os ajuda, mas não parece lógico subestimá-los ao nível que muitos o fazem.
Inglaterra com Hodgson no banco apostará em jogar no contra-ataque, por confiar tudo a um atacante temível, para um centro de campo com muita chegada. Porém, terá os arrependimentos habituais novamente. Problemas na defesa e acima de tudo, na construção do jogo. Será difícil para ele carregar o peso do partido, mas contra rivais fortes, talvez isso seja um alívio e permita que você desenvolva seu esquema.
Nem se sabe qual é o verdadeiro objetivo dos ingleses para o Brasil., embora se olharmos para os últimos amistosos contra o Chile e a Alemanha, Podemos ver como os britânicos parecem estar um passo abaixo das grandes potências. Verdade ou mentira? As terras brasileiras ficarão encarregadas de confirmá-lo.

Pontos fortes:
- Um ataque devastador. Rooney, Sturridge, Wellbeck. A Inglaterra tem uma escolha e parece que quem quer que seja a aposta ofensiva, São muitos gols e jogadores para desequilibrar uma partida sozinhos..
- Gerrard e Lampard. Estamos falando de duas superclasses enfrentando sua última chance. tudo ou nada. Eles têm muita qualidade e como no caso do Gerrard, Também parece que chega em boa hora.
- Desejo. A Inglaterra não vai longe há muito tempo. Além do mais, Surgiram jovens interessantes que podem ter sua primeira oportunidade no Brasil e se livrar dos velhos fantasmas de outras gerações. Olho para Alex Oxlade-Chamberlain, Ross Barkley e outros novos sábios.
Pontos fracos:
- Grupo D. Estamos falando do grupo da morte com o Uruguai, Itália e Costa Rica. Quase nada para o dispositivo. Passar seria gratificante, mas o problema é que Espanha ou Brasil aparecem nas quartas de final. Parece um sorteio muito difícil..
- O objetivo. Hart quase certamente será o goleiro titular. Nos últimos tempos tem sido o grande calcanhar de Aquiles da Inglaterra. Bom goleiro o cidadão, mas a pressão da imprensa sempre prega peças.
- Falta de criatividade. Xabi Alonso está desaparecido, um Pirlo. A Inglaterra não tem construtor, por mais que insistam que Lampard ou Gerrard possam ser um em determinado momento.
- As penalidades. A Inglaterra caiu em disputas de pênaltis em muitas ocasiões. Portugal não está no caminho (seu carrasco na Copa do Mundo 2006 e o eurocup 2004), mas ainda temos que estar conscientes da importância de ter especialistas de onze metros.
Alinhamento:
Treinador:

Roy Hodgson é um viajante mundial do futebol. Conhecimento em até sete idiomas, já levou a Suíça para longe em 1994 até que a Espanha o derrubou. Aqui ele tem a vantagem de conhecer alguns jogadores com quem compete na Premier há muitos anos.. Porém, Há algo em Hodgson que preocupa além de sua vasta experiência liderando muitas equipes.
Seu caráter ultra-defensivo com a seleção nacional. A Inglaterra deve jogar no ataque com os bons jogadores que possui, seja intenso e busque o objetivo oposto. Hodgson prefere o oposto. Contra-ataque e espere pelo rival. desafio difícil, além de um público exigente e esperançoso em finalmente ver os criadores do futebol jogarem bem.
história:
– campeão mundial (1966).
– Duas vezes semifinalista do Euro.
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