Última atualização 12 Março, 2014 por Alberto Llopis
Terminar bem é geralmente sinônimo de sucesso e na maioria das ocasiões de gols. Porém, muitas das vezes que um chute termina em gol é por mérito do centralizador. Esquecido por muitos, Ao longo da história, houve grandes centralizadores na história do futebol. Repasamos los mejores de los últimos 30 anos:
1- David Beckham: um clássico que claro não poderia faltar na lista. Míticos são seus cruzamentos da ala direita que representavam mais de meio gol, especialmente en su paso por el Manchester United. O inglês tem uma luva na perna direita e, marketing à parte, Ninguém pode argumentar que estamos diante de um dos melhores centrais que o futebol já produziu..
2- Michel: O madridista ficou conhecido pelos cruzamentos para a área que costumava acertar a cabeça ou a perna de Hugo Sánchez. O mexicano, definitivamente, Não teria sido o que foi sem Michel.. O agora treinador do Olympiakos era um magnífico centro de corrida com a virtude essencial de ser um grande passador.: levante a cabeça antes de centralizar.

3- Outro torcedor do Real Madrid que já foi torcedor do Barcelona ocupa o terceiro lugar. Este é Luís Figo. O português foi um centralizador extraordinário com o pé direito, mas ele também teve a possibilidade e também a virtude de poder colocar a bola com o pé esquerdo com grande têmpora. ao longo dos anos, Figo saiu da banda e focou mais sua posição, mas em seu começo, O português foi um centro espetacular e a partir daí, que a memória dele ainda permaneça conosco pendurando bolas.
4- Antonio Valência: A mídia inglesa diz que ele é o mais eficaz. E a redundância vale a pena, de fato, então é. O equatoriano tem o dom de colocar onde quer e isso não tem preço, principalmente para os atacantes que aproveitam os dons do sul-americano como ninguém.
5- Gica Hagi: Xabi de Pedro poderia ter entrado, Alonso ou Gaizka Mendieta, mas o romeno era feito de material diferente. O dos Cárpatos tinha um pé esquerdo espetacular que lhe permitiu centralizar e colocar na marca do pênalti., na cabeça do atacante ou até mesmo no próprio gol, como demonstrado na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Um gênio.

Outras peças centrais inesquecíveis: Nani, Malouda, Cristiano, di Maria, Xavi…
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