Última atualização 17 Fevereiro, 2023 por Alberto Llopis
Eles começaram como um tiro. Poucos estavam apostando nisso. Alguns vieram de ferimentos, outros vieram de temporada irregular e alguns nem eram conhecidos do grande público.. Porém, o Mundial, alguns clubes em estado de graça e acima de tudo, qualidade individual os levaram à vanguarda internacional. Nenhum filho Cristiano Ronaldo, Messi ou Bale, mas a sua influência neste início de campanha está a revelar-se tão ou mais decisiva do que a das grandes estrelas da comunicação social.:
1- Giuseppe Rossi: a seus 26 anos e após duas temporadas em branco devido a uma ruptura de ligamento com recidiva incluída, viu a luz novamente na Fiorentina, time que apostou forte nele em janeiro em plena recuperação do joelho. A peça não poderia ter sido melhor.. Ele é o artilheiro da Série A com 9 gols em 11 partidas e uma média de ambos 90 minutos. Com a mesma qualidade de sempre, começa a recuperar a velocidade que causou estragos no campeonato espanhol e almeja disputar a Copa do Mundo no Brasil. Quem iria contar a ele há apenas um ano e meio, quando ele temia o fim de sua carreira?

2- Aaron Ramsey. o capitão galês leva o seu 22 ano, seis gols em dez jogos da Premier League, além de sua contribuição vital na Liga dos Campeões com, por exemplo, o gol da vitória em Dortmund. Ele é um jogador-chave no início de sucesso do Arsenal. Sua qualidade já era conhecida. Da sua visão do jogo também, de sua chegada enfrentando o gol, não. Ele tem mais gols do que nas últimas seis temporadas. com isso, e vendo isso na grama, está tudo dito. Aquela lesão na tíbia e na fíbula 2010 que o separou 9 meses de playgrounds agora não passam de uma lembrança ruim.
3- Freddy Montero: Fala-se muito sobre o devastador ataque colombiano com Radamel Falcao, Jackson Rodríguez ou Pabón. Mas no Sporting Lisboa há um rapaz do 26 anos dos quais um certo Paolo Futre deu a definição perfeita: “Montero tem coisas do Romário; Ele é um jogador habilidoso, quem sabe se localizar bem na área e quem tem clareza para definir”. É assim que é, 9 gols em 9 partidos atestam que a chegada deste colombiano à Europa não é apenas mais um. É o de uma estrela em formação. Você acabará em uma equipe ainda maior.

4- José Callejón: seis gols em onze jogos. De suplente indiscutível no Real Madrid a titular todos os domingos no Nápoles. Traz toque, transbordamento, velocidade e muita chegada, tanto que atualmente é o artilheiro do time na Série A e faz combinação perfeita com Hamsik e Higuaín, outros que também não começaram mal.
5- Pierre-Emerick Aubameyang: um talento francês de origem gabonesa (time com o qual ele joga) de 24 anos que ele veio para substituir Gotze e descobriu que, em vez de substituí-lo, ele o deixou para trás. Veloz, com muito poder, conseguiu marcar três gols em seu primeiro jogo na Alemanha, algo que apenas seis jogadores fizeram na Bundesliga. Uma verdadeira rachadura.

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