Última atualização 15 Setembro, 2013 por Julio Muñoz
Ontem Muñiz Fernández foi o triste protagonista do jogo Barcelona-Sevilha ao não aceitar um golo da equipa andaluza que à primeira vista parecia válido. Junto com isso, prolongou os acréscimos mais do que deveria porque inicialmente os três minutos que ele tinha que somar se transformaram em quatro, permitindo o gol de Alexis no último suspiro da partida, que provocou muitas críticas por parte dos visitantes.
Sua história é longa, mas uma de suas marcas (além do gel com que ela penteia os cabelos) é o pai dele. Assistente do famoso Manuel Díaz Vega, éSeu pai fundou o fã-clube de Madrid “os olhos” em Bruxelas em 1972, cidade em que o árbitro nasceu.

Responsável pela elaboração dos estatutos, sempre manteve sua independência, pelo menos em palavras. Porém, A competição deve proibir a presença de árbitros com algum tipo de ligação aos clubes?, seja para eles, por família direta, nesse caso, pais?
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