Última atualização 19 Fevereiro, 2013 por Julio Muñoz
“Não tenho ideias políticas fixas, Eu já disse isso mil vezes. Eu sou espanhol e morrerei sendo espanhol”, garante. Salva Ballesta nunca escondeu suas ideias políticas, os mesmos que o impedirão de trabalhar como segundo treinador do novo treinador do Celta, Abel Resino. “Um grupo minoritário de fãs não era a favor, para questões políticas, que ele foi para o Celta com Abel”, reconheceu o ex-atacante do Málaga e do Atlético de Madrid em declarações à Rádio Marca.
Salva Ballesta afirmou que já partiu em direção a Vigo, fechar os termos de seu relacionamento com o Celta ao ser surpreendido pela ligação do presidente do Celta, Carlos Mourinho, para parar a operação. Assim que se soube de sua chegada como assistente de Resino, Torcida do Celta manifestou repúdio à sua contratação nas redes sociais, ligando para Ballesta “olhar”, “fascista” e incluiu “nazista”.
No programa 'Intermediário', Salva explicou o que aconteceu: “Esta manhã peguei o carro muito feliz para ir para Vigo até que recebi uma ligação do preparador físico, por Miguel Peiro. Ele me disse que o treinador e o presidente queriam falar comigo porque houve uma situação em que um grupo de torcedores do Celta não era a favor de minha ida para lá.”, disse.
A decisão do Celta deixa Abel em uma situação difícil, que assinou com sua nova equipe apesar do veto de Salva. O ex-atacante não guarda rancor, mas ele deixou uma mensagem para o técnico: “Não posso dizer que estou decepcionado com Abel.. Agradeço até hoje às 13.00 horas a confiança que você teve em mim. O que aconteceu a seguir depende de você., você aceitou seu contrato e pronto. Ei, pessoalmente, Se eu começar a negociar em uma mesa e meu segundo não assinar, eu também não assino”.
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