Última atualização 6 abril, 2024 por Alberto Llopis
Enquanto o 1º. Divisão do México está em fase semifinal, a série imediata, a Liga de Promoção, Diga-me quem vai subir para a categoria mais alta. Os contendores são os Rayos del Necaxa (campeão do recente torneio Clausura 2016) e Ciudad Juárez Braves (monarca no Apertura 2015), duelo que será definido neste sábado 21 de maio.
Mas a felicidade de conseguir a desejada promoção logo se torna uma via crucis para a equipe vencedora., e em sofrimento e angústia por seus fãs, porque eles enfrentam um problema que, sem ser novo, isso afeta os sonhos dos gerentes, jogadores e seguidores: o sistema de porcentagem para determinar o time que será rebaixado no final do próximo ano futebolístico, método que prevalece desde a temporada 1991-92, quer dizer, faz 25 anos.
Um quarto de século em que este procedimento - que consiste em dividir os pontos obtidos entre os jogos disputados nos últimos 6 Torneios, quer dizer, 3 longas temporadas – destruiu não apenas ilusões, mas franquias completas, derrotado diante do ataque de uma realidade que para muitos é injusta.
No 1º. Divisão, apenas um time cai - obviamente, com a pior média -, para divisão imediata, neste caso o Liga de Promoção. Para equipes recém promovidas ou com menos de 6 temporadas no circuito principal, Seu quociente é extraído contando apenas as temporadas que eles jogaram. Por esta razão, sua média pode subir ou descer com mais facilidade, enquanto você ganha, empatar ou perder.
Além do mais, Quem sobe de categoria deverá cumprir requisitos como capacidade e condições do estádio-sede, e também conta com representantes juvenis nas categorias Sub-13, Sub-15, Sub-17 e Sub-20, algo que para as equipes que competem na Liga da Promoção é quase impossível de resolver, pelo investimento económico que representa, além do esgotamento emocional que acompanha o apoio ao primeiro time da divisão mais alta.
Então, neste 2016, pelo segundo ano consecutivo, a equipe promovida retornou imediatamente à segunda categoria. Aconteceu no ciclo anterior na Universidade de Guadalajara (elenco tradicional que teve sua melhor época nas décadas do 70 sim 80, vigarista 3 Vice-campeão da Liga e título da Copa). E no estágio atual 2015-16 Aconteceu com os Dorados de Sinaloa; Sim, o clube onde Pep Guardiola se exilou há alguns anos 10 anos, justamente quando ele também experimentou um declínio no ciclo 2005-2006.

Porém, até estes últimos 2 casos, a tendência mudou significativamente para os “benjamines”: A Misericórdia, que subiu no processo 2012-2013 foi transformado – após o típico ajuste de franquia, tão comum no México – em Veracruz e conseguiu garantir a categoria, então o time que saiu do ano foi o Atlante, mais uma camisa com tradição antiga no futebol asteca.
Antes, em 2011-2012, León subiu e consolidou, e até consegui 2 Títulos da liga quase imediatamente (Abertura 2013 e Fechando 2014). Os Galos Brancos de Querétaro (onde “Ronaldinho” jogou recentemente) Ele saiu no final do ano (Fechando 2013), embora tenha retornado imediatamente através da compra da franquia Jaguares de Chiapas.
finalmente, Xolos de Tijuana conquistou o período 2010-2011 e até hoje continua em 1º. divisão, tendo conquistado um título –sob a direção técnica de Antonio “Turco” Mohamed– no Apertura 2012. Os Alunos do Teco (anteriormente Tecolotes da Universidade Autônoma de Guadalajara, com participação de 1975 na divisão de honra) deixado sem dor ou glória após a celebração daquele Encerramento 2012.
Agora, nestes 2 campeonatos mais recentes, a tendência se inverteu: As últimas equipes que conquistaram a categoria não souberam competir com o desvantajoso design de mentes maquiavélicas que, sem dúvida, Com isto pretendem “proteger” as equipas consideradas “grandes”, caso em algum momento eles se encontrem envolvidos em uma maré ruim.
E este regulamento permite uma participação medíocre de uma equipe no 2 torneios curtos que compõem o ano do futebol, com poucos pontos e mesmo tendo terminado em último lugar na classificação em alguns deles, ser salvo se no 4 concursos anteriores conseguiram reunir uma “almofada” de unidades que, em operação matemática, significará seu tanque de oxigênio.
De fato, Foi o que aconteceu com Guadalajara, um dos 2 mais popular no México, que teve desempenhos francamente fracos nos últimos anos, mas que sempre teve como “escudo” o clube que foi promovido. Desde o ano 2012, a mediocridade tem sido a marca vermelha e branca: Fechando 2012 (15º. lugar de mesa, de 18 participantes); Abertura 2012 (8º.); Fechando 2013 (17º., quer dizer, penúltimo); Abertura 2013, 16º., que é, antepenúltimo); Fechando 2014 (15º.); Abertura 2014 (16º.), e somente até o fechamento atual 2015 subiu para 5º. site geral.
Em uma liga “normal”, sem regulamentos como aqueles que os gestores mexicanos criam para proteger os seus interesses, Dados resultados tão embaraçosos, o Chivas provavelmente já teria sido rebaixado.
Neste carrossel anual do que muitos consideram uma “injustiça”, A exceção mais notável é, certamente, a Celaya de Emilio Butragueño, que foi vice-campeão em sua temporada de promoção, com um elenco sem grandes figuras, exceto pelo crack espanhol, e isso estava a apenas um gol do título contra o então poderoso Necaxa, foi assim que ele se sagrou bicampeão. Foi justamente o “Abutre” quem errou, à queima-roupa, uma cabeçada que poderia ter significado vantagem para os chamados Toros, que finalmente sucumbiu naquela tarde no estádio “Azteca” sem ter realmente perdido a final (ligado 1-1 sim 0-0, duelos para visita recíproca, mas nisso 1996 O regulamento permitiu definir o monarca dando duplo valor ao gol do visitante).

Porém, As estatísticas não mentem e 2 últimas temporadas, o clube que for promovido no ano seguinte já está de volta à divisão imediata, às vezes na velocidade da luz, como os Dorados de Sinaloa, que receberam sua condenação após o dia em que foi realizado 14 (quer dizer, quase um mês antes do fim do Clausura 2016).
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